Agosto 2008 - Agora, depois de definidos os nomes dos candidatos aptos às eleições 2008 pelo TJE (Tribunal de Justiça Eleitoral), caberá ao eleitor decidir quem serão os próximos administradores (prefeitos) e fiscais (vereadores) do patrimônio público dos municípios brasileiros.
Entre os candidatos a prefeitos na região da Serra da Canastra, o Folha da Canastra destaca para os eleitores os nomes de Cairo Manoel de Oliveira e de Lélis Jorge Silva, que vão disputar os pleitos em São Roque de Minas e Bambuí, respectivamente. Ambos com vários processos em curso no TJMG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais) por improbidade administrativa, que significa suspeita de desvios e má utilização de dinheiro público pelos citados.
Há muitos anos pratica-se a democracia através do voto no Brasil. Por isso, boa parte da sociedade já manifesta - principalmente em blogs da internet, espaço virtual no qual ainda reina a liberdade de expressão -, percepção das conseqüências negativas geradas pelas administrações de pessoas desonestas e corruptas que chegam ao poder. Os efeitos podem resultar em desvio de verbas e corrupção, licitações de cartas marcadas e obras irregulares, perseguições e violência contra cidadãos e empresas, fraudes em concursos públicos e sucateamento de máquinas, equipamentos e pessoal, além de cidades paralisadas economicamente durante anos.
No TJMG, contra Cairo Manoel e Lélis Jorge somam-se inúmeros processos de ação popular e civil pública, crimes contra a administração pública, crimes contra meio ambiente, entre outros, que podem ser comprovados e acompanhados no site do TJMG, clicando sobre os nomes dos candidatos, acima, ou nos links abaixo.
Processos relativos a Lélis Jorge Silva.
Processos relativos a Cairo Manoel de Oliveira.
É importante lembrar aos cidadãos e eleitores dessas cidades que, caso esses nomes sejam confirmados nos cargos, eles serão blindados e protegidos pela lei. Vão perpetuar a corrupção e a improbidade administrativa na região e os gastos com advogados para defendê-los serão pagos com dinheiro público, que poderia ser destinado para fins mais nobres. Eles merecem gastar dinheiro próprio (e fácil) com adgogados, sem privilégios de fórum especial.
Outro detalhe: conforme pode ser visto diariamente na mídia, muitos políticos ímprobos contratam dispendiosas empresas de advocacia que são pagas com dinheiro público e com os frutos das maracutaias.
Eleitor: verifique a ficha e o passado do seu candidato.
Cidadão de bem e inteligente não vota em candidatos com
improbidade administrativa (roubo e devio de dinheiro público) no currículo.